Meio do ano chegou, hora de analisar e revisar metas

Junho marca o ponto de virada do ano. É o momento ideal para olhar para os números, confrontar a realidade e, se necessário, ajustar o rumo antes que seja tarde. Neste conteúdo, você vai entender por que a revisão semestral é tão importante quanto o planejamento anual e como fazer isso de forma prática e eficiente. 1. Por que o meio do ano é um momento estratégico Muitas empresas criam metas em janeiro com energia e intenção. Mas sem uma pausa para avaliar o que está acontecendo na prática, essas metas viram apenas números em uma planilha esquecida. Junho é o ponto de equilíbrio: tempo suficiente para ter dados reais, e tempo suficiente para corrigir o que for necessário antes do fechamento do ano. 2. O que analisar: indicadores que não podem ser ignorados Antes de qualquer revisão, é preciso ter clareza sobre o que medir. Alguns pontos essenciais são a receita comparada à meta projetada para o semestre, o crescimento ou queda na base de clientes, as margens operacionais e o controle de custos, a performance da equipe e os principais gargalos, além da satisfação dos clientes e da taxa de retenção. 3. Como revisar metas sem perder o foco Revisar não significa desistir. Significa calibrar. Uma meta que estava fora da realidade do mercado precisa ser ajustada, e isso exige honestidade, não fraqueza. O segredo é manter o destino claro e ajustar apenas o caminho. Pergunte-se: o que mudou no cenário? O que subestimamos? O que superamos? 4. Sinais de que algo precisa mudar (e como agir) Alguns alertas merecem atenção imediata: resultados muito abaixo do projetado por dois meses seguidos, equipe desmotivada ou com alta rotatividade, clientes saindo mais rápido do que chegando e custos crescendo mais que a receita. Se algum desses sinais aparece, o momento de agir é agora, não em dezembro. 5. O próximo passo: transformar análise em ação Análise sem ação é apenas diagnóstico. Após o levantamento, defina prioridades claras para o segundo semestre: o que manter, o que cortar e o que acelerar. Empresas que revisam suas estratégias no meio do ano chegam ao final dele com muito mais resultado e muito menos surpresa.

Banco da Família discute parceria com Amures

A presidente do Banco da Família e da Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (ABCRED), Isabel Baggio, reuniu-se com representantes da Associação dos Municípios da Região Serrana (AMURES) e do Consórcio Intermunicipal Serra Catarinense (CISAMA) na semana passada em Lages. Na ocasião, foram analisadas possíveis parcerias entre o Banco da Família e as entidades da Serra catarinense. Estiveram presentes outros dois gestores da instituição, Marcelo de Souza e Rodrigo Rosa, o secretário executivo da AMURES, Walter Manfroi, o diretor executivo, Selênio Sartori, e a engenheira Catinara Goedert, do Consórcio Intermunicipal Serra Catarinense (CISAMA). Para iniciar a conversa entre as três instituições, o Banco da Família exibiu algumas de suas soluções de microfinanças. Um exemplo são as linhas de crédito BF Agro, para agricultores e produtores rurais, e BF Saneamento, para ampliação de rede de esgoto e captação de água potável. Além disso, os projetos Produtores da Serra e Despertar também foram apresentados. O primeiro é um programa que tem como objetivo fomentar a comercialização da produção local, impulsionando o crescimento dos pequenos negócios, gerando e também ampliando a renda das famílias produtoras. Já o segundo é um questionário aplicado pelos agentes do Banco da Família com seus clientes que avalia seis pilares da vida familiar deles e o nível de “pobreza” – que vai muito além da questão financeira. A instituição de microfinanças, que é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), é considerada a maior do Sul do país, segundo a ABCRED. Ela já realizou cerca de 400 mil operações em cidades do Sul do Brasil, concedendo R$2,4 bilhões (índice atualizado pelo IGP-M em 05/2023) em créditos para reformar casas, saneamento básico, empreendedorismo, entre outros produtos. O Banco também foi classificado como o melhor do Brasil e terceiro do mundo no setor, segundo a Microrate, além de ter ganhado o selo de Great Place To Work neste ano.