Na Carta Capital, outra vez

Não é a primeira vez que o Banco da Família aparece nas páginas da Carta Capital como exemplo de impacto real na vida de empreendedores brasileiros. Na edição de 24 de junho de 2026, a reportagem “Boia em meio à tormenta” traz dois casos que passaram pelo Banco da Família e mostram por que o microcrédito produtivo orientado é mais do que crédito: é recomeço. Um Brasil contraditório O ano de 2025 apresentou números aparentemente positivos: desemprego de 5,6% e crescimento de renda de 5,7%. Mas, por baixo dessa superfície, 79,5% das famílias brasileiras estavam endividadas, o maior percentual já registrado pela Confederação Nacional do Comércio. Os juros do cartão de crédito rotativo chegaram a 438% ao ano. O comprometimento da renda das famílias com dívidas atingiu 29,3%, patamar que o próprio Banco Central classifica como elevado. O crédito cresceu, mas cresceu pelo caminho errado. A expansão foi puxada pelo cartão e pelo crédito pessoal, enquanto o microcrédito produtivo orientado permaneceu marginal. Para quem chegou ao sistema financeiro pela digitalização e pelas fintechs, o produto disponível era voltado ao consumo, com taxas que já embutem a inadimplência no preço. O que muda com o microcrédito produtivo Definido pelo Conselho Monetário Nacional como crédito destinado a microempreendedores com acompanhamento técnico antes e durante o contrato, o microcrédito produtivo orientado não é apenas um empréstimo: é uma relação de apoio. O agente de crédito conhece a realidade do tomador, entende o negócio e acompanha o uso dos recursos. Essa diferença é o que separa um ciclo virtuoso de uma espiral de dívidas. Nilson Madruga: a moto, o banco e a volta por cimaEmpreendedor de Videira (SC), Nilson perdeu tudo: 1,6 milhão de reais em ativos, mais de 30 anos de trabalho e até o lugar onde dormir. Cinco meses no carro. Mais 30 dias em um porão. Com nome negativado e sem score de crédito, foi rejeitado por todas as instituições que procurou. Foi passando de moto na frente de uma agência que encontrou o Banco da Família. Não tinha nada para oferecer como garantia, a não ser a própria moto, que usava para fazer entregas. O banco aceitou. Três anos de trabalho, renegociação e acompanhamento depois, Nilson financia hoje um furgão de mais de 100 mil reais. “Nos outros bancos, eu nunca tinha score, não tinha como. Foi o microcrédito que me deu essa oportunidade.” Solice Moroni: a agricultora que não desistiuEm Farroupilha (RS), Solice e a irmã Clarice carregaram sozinhas uma produção orgânica certificada desde 2013, após perderem o pai e o irmão para doenças ligadas ao uso de agrotóxicos. Entre o fim de 2024 e ao longo de 2025, uma safra ruim e insumos escassos colocaram tudo em risco. Solice chegou ao microcrédito pela segunda vez com o CPF negativado. “Realmente eu tava desesperada.” O microcrédito foi o caminho que nenhum banco tradicional estava disposto a oferecer. O Banco da Família na Carta Capital, de novoEssa não é a primeira vez que o Banco da Família é destaque nessa editoria. E essa recorrência diz muito. A Carta Capital não é um veículo que repete fontes por acaso: ela volta a quem tem algo consistente a mostrar. Voltar a aparecer como referência nacional em microcrédito produtivo é o reflexo direto de um trabalho que transforma vidas de forma concreta, contínua e documentada. Enquanto o debate nacional ainda busca respostas para o endividamento estrutural das famílias brasileiras, o Banco da Família já está, na prática, construindo essa resposta

Conhecimento Gratuito que Transforma Vidas

As Palestras BF são uma iniciativa gratuita do Banco da Família que leva conhecimento prático sobre finanças, empreendedorismo e sustentabilidade para comunidades, escolas, empresas e instituições. Adaptadas para cada público, elas têm um objetivo claro: fortalecer pessoas e comunidades por meio da informação e do diálogo. Informação transforma. E quando ela chega de graça, de forma acessível e no lugar certo, o impacto é ainda maior. As Palestras BF são uma iniciativa do Banco da Família voltada para comunidades, escolas, empresas, associações e instituições públicas e privadas. Desenvolvidas por meio dos projetos sociais do Banco da Família e adaptadas conforme o perfil de cada público, elas tratam de temas que fazem diferença real na vida das pessoas. Educação Financeira Um dos temas mais procurados, essa palestra orienta sobre como organizar o orçamento familiar, definir prioridades, planejar sonhos e construir uma relação mais saudável com o dinheiro. O conteúdo é prático e direto, pensado para quem quer dar o primeiro passo rumo a uma vida financeira mais equilibrada. Empreender para Empoderar Para quem já tem um pequeno negócio ou pensa em começar, essa palestra apresenta o empreendedorismo como caminho para gerar renda e conquistar autonomia. Os temas incluem planejamento do negócio, formação de preço, controle financeiro e estratégias de vendas, ajudando o empreendedor a fortalecer sua atividade com mais segurança. BF Sustentabilidade Essa palestra amplia o olhar para o mundo ao redor. Aborda consumo responsável, reciclagem, saneamento básico e atitudes sustentáveis que impactam diretamente a qualidade de vida e o meio ambiente. Uma reflexão necessária sobre como as escolhas do dia a dia afetam o futuro de todos. Como solicitar uma palestra As palestras são gratuitas e realizadas em parceria com escolas, empresas, associações e instituições de toda a região. Para agendar, basta entrar em contato com a agência do Banco da Família mais próxima ou acessar bf.org.br. O propósito é um só: fortalecer pessoas, famílias e comunidades por meio da informação, do diálogo e da construção de oportunidades.

A força do microcrédito nas mãos de quem trabalha

No Brasil, milhões de pessoas constroem seu sustento com as próprias mãos, na barraca da feira, no salão de casa, na pequena oficina do bairro. São trabalhadores informais e microempreendedores que movimentam a economia local todos os dias, mas que historicamente encontraram as portas do crédito fechadas. O Banco da Família chegou para mudar isso. Desde 1998, com crédito acessível de R$500 a R$150 mil, atende tanto quem tem CNPJ quanto quem ainda não formalizou o negócio, porque acreditar em quem trabalha não deveria depender de um registro. 1. O trabalhador informal e o microempreendedor: quem são essas pessoas? Eles são a maioria silenciosa da economia brasileira. A costureira que atende pelo WhatsApp, o pedreiro autônomo, a doceira que vende pelo boca a boca, o vendedor ambulante que conhece cada cliente pelo nome. São pessoas que trabalham, que produzem, que sonham, mas que raramente encontram no sistema financeiro tradicional um parceiro à altura. A informalidade não é preguiça nem descuido. Muitas vezes é o caminho possível para quem quer empreender sem burocracia, sem capital inicial, sem fiador. E é exatamente para essas pessoas que o microcrédito foi criado: uma ferramenta de inclusão financeira que reconhece o valor do trabalho antes mesmo de enxergar o documento. 2. Por que o microcrédito importa? Microcrédito não é apenas dinheiro. É a diferença entre manter um negócio de pé ou fechá-lo na primeira crise. É comprar a máquina que dobra a produção. É reformar o espaço para atender mais clientes. É o capital de giro que garante que a semana não acabe antes do mês. Para o trabalhador informal ou o pequeno empreendedor, o acesso ao crédito justo representa uma virada real. Sem ele, a única saída costuma ser o empréstimo caro, o agiota ou simplesmente ficar parado. Com ele, o negócio cresce, a renda aumenta e a família avança. 3. O Banco da Família e o compromisso com o formal e o informal O Banco da Família nasceu com um propósito claro: promover inclusão financeira para quem mais precisa. Por isso, atende tanto empreendedores formalizados quanto aqueles que ainda operam na informalidade, sem preconceito, sem burocracia desnecessária, sem portas fechadas. Com crédito a partir de R$500 e chegando até R$150 mil, o BF cobre uma faixa ampla de necessidades: do pequeno reforço de capital de giro até investimentos maiores em equipamentos, instalações e expansão do negócio. Quem tem CNPJ encontra condições pensadas para o seu perfil. Quem ainda não formalizou também tem espaço, porque o que conta, primeiro, é a vontade de crescer. 4. Mais do que crédito: impulsionadores de negócios e pessoas Ao longo de mais de 27 anos de história, o Banco da Família acumulou mais de 450 mil operações realizadas, mais de R$3 bilhões em créditos liberados e impactou 1,9 milhão de pessoas em mais de 300 municípios. Esses números têm nome, endereço e história. Mas o diferencial do BF não está só nos números. Está na forma de atender: humana, próxima, com acompanhamento contínuo. Enquanto outras instituições operam de forma impessoal e automatizada, o Banco da Família escuta antes de liberar. Entende o negócio, orienta o cliente e oferece condições que fazem sentido para a realidade de cada um. 5. Crédito para quem faz acontecer: esse é o Banco da Família Num país onde tantos trabalham duro e encontram tantas barreiras, o Banco da Família existe para ser a ponte entre o esforço e a oportunidade. Seja você MEI, autônomo, comerciante, prestador de serviço ou produtor rural, formal ou informal, aqui você encontra crédito justo, atendimento humano e um parceiro que acredita no seu potencial. Porque quem faz acontecer merece crédito. No sentido mais literal da palavra.

Antes do crédito, a gente escuta.

O Banco da Família acredita que cada solicitação de crédito carrega uma história. Por isso, o atendimento começa pela escuta ativa, um compromisso com quem, muitas vezes, nunca foi visto pelo sistema financeiro tradicional. A transformação social começa quando alguém para e ouve. 1. O que significa escutar antes de decidir Muitos se perguntam por que o nosso agente de crédito vai até a casa do cliente. A resposta é simples: porque acreditamos que crédito de verdade não se faz à distância. É na visita presencial que a escuta acontece de forma plena. Cada atendimento é individual, cada análise considera o todo: a história da pessoa, a finalidade do crédito e o impacto real que aquele recurso vai gerar na sua vida. Enquanto instituições financeiras tradicionais partem diretamente para a análise de crédito, o Banco da Família inverte essa lógica: o primeiro passo é ouvir. Escuta ativa não é apenas uma técnica, é um posicionamento ético que coloca o cliente no centro de cada operação. Antes de qualquer número, existe uma pessoa com uma trajetória. 2. Uma metodologia construída sobre histórias Cada solicitação de crédito é, na prática, uma narrativa. Nossa metodologia de atendimento foi desenhada para acolher essas histórias com cuidado e profundidade. Os agentes do Banco da Família são treinados para identificar não apenas a necessidade financeira imediata, mas o contexto de vida de quem está do outro lado e, a partir disso, ajudar a construir um caminho viável. 3. Agentes de transformação social Cada visita nos aproxima de uma realidade. E nessa proximidade, muitas vezes, percebemos que além do crédito, aquela pessoa precisa de muito mais: apoio para a casa, para a família, para a vida. É nesses momentos que o nosso papel social se revela com mais força. Uma residência coberta com caixas de leite no frio pode ser a porta de entrada para um lar mais aconchegante e seguro. Uma conversa sobre sonhos pode despertar o espírito empreendedor e abrir caminho para as microfranquias. Uma mulher buscando recomeçar pode encontrar força e pertencimento na Rede Mulheres. Ser um agente do Banco da Família é enxergar o que está além do crédito e agir. 4. O cliente sempre no centro A orientação que guia todas as nossas operações é simples: o cliente está sempre no centro. Isso significa que cada decisão, cada processo e cada interação deve partir de uma pergunta essencial: como isso impacta a vida de quem estamos servindo? Quando a escuta é genuína, o crédito deixa de ser uma transação e passa a ser uma ponte para novos começos. Cada atendimento importa.

Cuidado que Aquece

Com a chegada da época mais fria do ano, o Banco da Família reforça o projeto Cuidado na Temperatura Certa, uma iniciativa que utiliza caixinhas de leite para realizar o isolamento térmico de casas em situação de vulnerabilidade. A ação ajuda a proteger famílias do frio, reduz frestas e melhora a sensação térmica dos lares, além de também contribuir para mais conforto durante o verão. Com a chegada dos dias mais frios, muitas famílias em situação de vulnerabilidade enfrentam uma realidade difícil dentro de casa: frestas, vento e ambientes que não oferecem a proteção necessária contra as baixas temperaturas. Para ajudar a transformar essa realidade, o Banco da Família desenvolve o projeto Cuidado na Temperatura Certa, uma iniciativa social que utiliza caixinhas de leite higienizadas para realizar o isolamento térmico de residências vulneráveis. As caixinhas são preparadas e aplicadas nas casas para ajudar a reduzir a entrada de vento, preencher frestas e melhorar a sensação térmica dentro dos lares. O resultado é um ambiente mais protegido, confortável e acolhedor para as famílias atendidas. E o impacto vai além do inverno. O isolamento também contribui para tornar a casa mais agradável no verão, ajudando a reduzir o calor excessivo e promovendo mais bem-estar ao longo de todo o ano. Além de cuidar das pessoas, o projeto também fortalece a sustentabilidade, dando um novo destino a materiais que poderiam ser descartados. Assim, cada caixinha de leite se transforma em proteção, cuidado e impacto social. Recentemente, o Banco da Família vem ampliando essa ação para outras cidades e regionais da instituição, com o objetivo de levar o projeto a ainda mais famílias, além do entorno de Lages. Porque, para o Banco da Família, transformar vidas vai além do crédito. É também estar presente, ouvir as necessidades das comunidades e construir soluções simples, humanas e possíveis.

Sustentabilidade na prática: no Banco da Família, ela começa dentro de casa

No Banco da Família, sustentabilidade não é apenas discurso. É uma prática vivida no dia a dia, presente nas escolhas da instituição e também nas soluções que oferece. Além de contar com energia solar em sua própria infraestrutura, o Banco da Família disponibiliza o BF Solar, uma linha de crédito pensada para facilitar o acesso de clientes e colaboradores a um investimento que gera economia, valoriza o patrimônio e contribui para um futuro mais sustentável. • Sustentabilidade além do discurso• O exemplo começa dentro de casa• BF Solar como solução prática• Economia, autonomia e futuro sustentável• Condições facilitadas para contratar Falar sobre sustentabilidade é importante. Mas colocar esse compromisso em prática é o que realmente faz a diferença. No Banco da Família, a sustentabilidade é vivida de forma real, presente tanto na atuação da instituição quanto nas soluções oferecidas para clientes e colaboradores. Mais do que incentivar escolhas conscientes, o Banco da Família busca ser exemplo, adotando placas solares em sua própria infraestrutura e mostrando, na prática, que é possível investir em economia, eficiência e responsabilidade com o futuro. Esse mesmo propósito também está presente no BF Solar, uma solução criada para facilitar o acesso à energia solar em casas, empresas e negócios. A proposta é tornar esse investimento mais possível, com condições que ajudam a transformar planejamento em realização. Com o BF Solar, é possível contar com até 84 meses para pagar, além de 90 dias de carência para começar o pagamento. A contratação também é facilitada, sendo necessária apenas a apresentação de avalistas, sem exigência de garantias. Mais do que reduzir custos no dia a dia, investir em energia solar é uma forma de valorizar o patrimônio, conquistar mais autonomia e contribuir para um futuro mais sustentável. No Banco da Família, sustentabilidade não fica só na fala. Ela faz parte da rotina, das escolhas e das oportunidades que ajudam a transformar vidas. Quer saber como levar essa solução para a sua casa ou empresa?Entre em contato e conheça o BF Solar.

Por que os ODS são responsabilidade de todos – inclusive das instituições financeiras

ODS são responsabilidade de todos

Em 2015, a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou a Agenda 2030 com um chamado ambicioso: erradicar a pobreza, proteger o planeta e garantir que todas as pessoas tenham paz e prosperidade até 2030. Essa agenda é composta pelos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) — um plano de ação que exige a colaboração de governos, empresas, organizações e, principalmente, da sociedade. O que muitos ainda não percebem é que os ODS não são apenas uma pauta global distante: eles dizem respeito ao nosso dia a dia — à forma como consumimos, produzimos, nos relacionamos e, sim, como conduzimos nossas finanças. E nesse contexto, as instituições financeiras têm um papel estratégico na concretização desses objetivos. O que são os ODS? Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável formam uma lista de 17 metas globais interligadas, que tratam de questões como: Erradicação da pobreza (ODS 1) Igualdade de gênero (ODS 5) Trabalho decente e crescimento econômico (ODS 8) Redução das desigualdades (ODS 10) Acesso à água e saneamento (ODS 6) Energia limpa (ODS 7) Ação contra a mudança global do clima (ODS 13) E muitos outros pontos que se conectam com justiça social, sustentabilidade ambiental e desenvolvimento econômico. Por que os ODS são responsabilidade de todos? Vivemos em um mundo interdependente. As decisões que tomamos — como consumidores, empreendedores ou gestores — impactam direta ou indiretamente o meio ambiente, a economia e a vida das pessoas ao nosso redor. Adotar os ODS como guia não é apenas uma questão de “fazer o bem”. É uma forma de garantir que nossos negócios, projetos e escolhas contribuam para um futuro viável para todos. E isso vale para cada cidadão, empresa e, especialmente, para o setor financeiro, que movimenta os recursos que impulsionam o desenvolvimento. O papel das instituições financeiras nos ODS As instituições financeiras não apenas administram o dinheiro da sociedade: elas podem orientar e educar para onde esse dinheiro será investido. Quando priorizam práticas responsáveis, sustentáveis e inclusivas, promovem uma mudança concreta. Veja como: 1. Inclusão financeira (ODS 1 e 10) Promover acesso ao crédito para populações vulneráveis é uma forma direta de reduzir desigualdades e combater a pobreza. 2. Fomento ao empreendedorismo (ODS 8) Financiar pequenos negócios e apoiar iniciativas locais gera renda, emprego e fortalece as economias regionais. 3. Finanças verdes (ODS 7, 11 e 13) Investir em energia solar, saneamento, agricultura sustentável e infraestrutura resiliente é vital para enfrentar os desafios climáticos e garantir cidades mais sustentáveis. 4. Educação financeira (ODS 4 e 5) Capacitar comunidades com conhecimento sobre como administrar seus recursos fortalece a autonomia e empodera, especialmente mulheres e jovens. O compromisso do Banco da Família No Banco da Família, os ODS não são apenas um selo: são parte da nossa essência. Nosso trabalho já impactou centenas de milhares de famílias, sempre com o compromisso de desenvolver com responsabilidade e propósito.   Os ODS são uma responsabilidade coletiva. Cabe a cada um de nós, como indivíduos e instituições, fazer escolhas que transformem positivamente o mundo ao nosso redor. E quando o setor financeiro assume seu papel como agente de desenvolvimento, o impacto é ainda maior. Porque transformar o mundo começa com atitudes locais. E cada crédito concedido com consciência é um passo na direção certa.  

Onde Falta Saneamento, Sobra Desigualdade

Onde Falta Saneamento, Sobra Desigualdade

O saneamento básico é um direito fundamental e um pilar essencial para a promoção da saúde pública e do desenvolvimento sustentável. No entanto, o Brasil ainda enfrenta desafios significativos nessa área, impactando diretamente a qualidade de vida de milhões de cidadãos.​ Estatísticas Atuais do Saneamento no Brasil Dados recentes revelam que aproximadamente 33 milhões de brasileiros vivem sem acesso à água potável, enquanto cerca de 90 milhões não possuem acesso à coleta de esgoto . Além disso, mais de 4 milhões de pessoas não têm sequer acesso a banheiro em suas residências. Impacto na Saúde Pública A ausência de saneamento básico adequado está diretamente relacionada à propagação de diversas doenças. Em 2024, foram registradas mais de 344 mil internações por enfermidades associadas a condições sanitárias inadequadas, destacando-se as infecções transmitidas por vetores, como a dengue, e doenças de transmissão fecal-oral, como gastroenterites. Entre as principais doenças causadas pela falta de saneamento, incluem-se:​ Diarreia infecciosa: frequentemente causada pela bactéria Escherichia coli, resulta em desidratação e pode ser fatal, especialmente em crianças Hepatite A: transmitida por ingestão de água ou alimentos contaminados, afeta o fígado e pode causar sintomas graves  Leptospirose: contraída pelo contato com água contaminada pela urina de roedores, pode levar a complicações renais e hepáticas Esquistossomose: provocada por parasitas presentes em águas contaminadas, afeta órgãos como fígado e intestinos  Saneamento Básico e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) O acesso universal ao saneamento básico é uma das metas estabelecidas pelo Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 da Organização das Nações Unidas (ONU), que visa assegurar a disponibilidade e a gestão sustentável da água e saneamento para todos até 2030 . Embora o Brasil tenha avançado, ainda há um longo caminho a percorrer para alcançar essa meta, especialmente considerando as disparidades regionais e socioeconômicas existentes. Compromisso do Banco da Família com o Saneamento Reconhecendo a importância vital do saneamento básico, o Banco da Família se posiciona como um entusiasta desse movimento, contribuindo ativamente para a melhoria das condições de vida das comunidades que atende. Como parte de seu compromisso com o impacto social positivo, o Banco oferece a linha de crédito BF Saneamento, destinada a promover o acesso a serviços de água potável e esgotamento sanitário. Essa iniciativa visa não apenas melhorar a infraestrutura, mas também prevenir doenças e promover o bem-estar das populações beneficiadas.  Investir em saneamento básico é investir na saúde, na dignidade e no futuro sustentável.

Crédito para elas: Rede de Mulheres do Banco da Família celebra sua primeira liberação

ede de Mulheres do Banco da Família celebra sua primeira liberação

O Banco da Família alcançou um marco importante na promoção da inclusão financeira e no fortalecimento do empreendedorismo feminino. Foi realizada a liberação de crédito para o primeiro grupo de participantes do projeto “Rede de Mulheres”, marcando o início de uma nova etapa voltada à autonomia econômica das mulheres. A assinatura do primeiro contrato, que integra um projeto piloto da instituição, aconteceu na manhã do dia 20 de março, na sede administrativa do Banco da Família em Lages. O momento contou com a presença da presidente Isabel Baggio, reforçando o compromisso da instituição com o crescimento sustentável e a valorização das mulheres empreendedoras. Inspirado no modelo bem-sucedido da Banca Comunal de Mulheres da Fundação Paraguaia, o programa é baseado na solidariedade e no fortalecimento coletivo. Mulheres organizadas em grupos recebem estímulo ao empreendedorismo, acesso a capacitações e soluções financeiras responsáveis, além de apoio mútuo que impulsiona o desenvolvimento pessoal e profissional de cada integrante. A iniciativa é conduzida pela Diretora Administrativa, Geórgia Waltrick Michielin Schmidt, com supervisão de Izabela Ramos, do setor de Responsabilidade Social e também o suporte da Agente de Crédito Karina Matos, que tem mais de 20 de experiência e história com o Banco da Família. Juntas, lideram esse projeto com grande potencial de transformação social, especialmente para mulheres que atuam em negócios informais e que agora têm a oportunidade de ampliar suas atividades e melhorar a qualidade de vida de suas famílias e comunidades. Essa conquista é fruto da parceria entre o Banco da Família e a Fundación Paraguaya, referência na metodologia com mais de 20 anos de atuação e 80 mil mulheres atendidas no Paraguai, além do apoio da Locfund, fundo especializado em financiar instituições de microfinanças na América Latina e no Caribe. O Banco da Família segue firme em sua missão de promover inclusão, desenvolvimento e transformação social por meio das microfinanças. Este é apenas o começo de uma jornada de impacto positivo para milhares de mulheres.

Banco da Família e JuST Institute: parceria que fortalece a inclusão, a sustentabilidade e o impacto social

Banco da Família e JuST Institute

No Banco da Família, acreditamos que a inclusão financeira vai muito além da concessão de crédito. Nosso compromisso é gerar impacto social e ambiental positivo, promovendo desenvolvimento com responsabilidade. Nos últimos dois anos, participamos de uma qualificação promovida pelo JuST Institute, com apoio do BNP Paribas, que marcou um importante avanço na nossa jornada rumo a uma atuação cada vez mais sustentável. A experiência fortaleceu nossos processos internos e ampliou nossa capacidade de transformar vidas por meio das microfinanças. Principais avanços desta jornada: ✅ Crédito mais sustentável e transparente Refinamos nossos processos de concessão, com registros mais detalhados no pré e pós-crédito, novas formas de comprovação da aplicação dos recursos e práticas complementares que aumentam a segurança e o impacto positivo das operações. ✅ Capacitação contínua da equipe Nossos colaboradores passaram por treinamentos em temas como mudanças climáticas, biodiversidade e soluções sustentáveis, o que reforça nossa atuação junto a produtores familiares e empreendedores que buscam práticas mais responsáveis. ✅ Fortalecimento da estratégia BF+Sustentável Os produtos Saneamento, Solar e Agro foram incorporados de forma mais estruturada à nossa agenda de sustentabilidade, alinhando as soluções às necessidades reais dos clientes e à preservação do meio ambiente. ✅ Qualidade e crescimento sustentável da carteira No BF Agro, aprimoramos a gestão e o acompanhamento da carteira de crédito, promovendo um crescimento mais equilibrado, com menor risco e maior apoio ao desenvolvimento dos negócios financiados. ✅ Reconhecimento e protagonismo no setor Nossa evolução foi reconhecida na avaliação de Rating Social da MicroRate (2024) e nos rendeu convites para compartilhar nossas boas práticas em eventos relevantes, como o ciclo da COP16 à COP30, em São Paulo. Essa parceria com o JuST Institute e o BNP Paribas nos fortaleceu institucionalmente e reafirma nosso compromisso com um futuro mais justo, inclusivo e sustentável. Seguimos focados em oferecer soluções microfinanceiras acessíveis, que promovam transformação real na vida das pessoas e comunidades que atendemos.