Na Carta Capital, outra vez

Não é a primeira vez que o Banco da Família aparece nas páginas da Carta Capital como exemplo de impacto real na vida de empreendedores brasileiros. Na edição de 24 de junho de 2026, a reportagem “Boia em meio à tormenta” traz dois casos que passaram pelo Banco da Família e mostram por que o microcrédito produtivo orientado é mais do que crédito: é recomeço. Um Brasil contraditório O ano de 2025 apresentou números aparentemente positivos: desemprego de 5,6% e crescimento de renda de 5,7%. Mas, por baixo dessa superfície, 79,5% das famílias brasileiras estavam endividadas, o maior percentual já registrado pela Confederação Nacional do Comércio. Os juros do cartão de crédito rotativo chegaram a 438% ao ano. O comprometimento da renda das famílias com dívidas atingiu 29,3%, patamar que o próprio Banco Central classifica como elevado. O crédito cresceu, mas cresceu pelo caminho errado. A expansão foi puxada pelo cartão e pelo crédito pessoal, enquanto o microcrédito produtivo orientado permaneceu marginal. Para quem chegou ao sistema financeiro pela digitalização e pelas fintechs, o produto disponível era voltado ao consumo, com taxas que já embutem a inadimplência no preço. O que muda com o microcrédito produtivo Definido pelo Conselho Monetário Nacional como crédito destinado a microempreendedores com acompanhamento técnico antes e durante o contrato, o microcrédito produtivo orientado não é apenas um empréstimo: é uma relação de apoio. O agente de crédito conhece a realidade do tomador, entende o negócio e acompanha o uso dos recursos. Essa diferença é o que separa um ciclo virtuoso de uma espiral de dívidas. Nilson Madruga: a moto, o banco e a volta por cimaEmpreendedor de Videira (SC), Nilson perdeu tudo: 1,6 milhão de reais em ativos, mais de 30 anos de trabalho e até o lugar onde dormir. Cinco meses no carro. Mais 30 dias em um porão. Com nome negativado e sem score de crédito, foi rejeitado por todas as instituições que procurou. Foi passando de moto na frente de uma agência que encontrou o Banco da Família. Não tinha nada para oferecer como garantia, a não ser a própria moto, que usava para fazer entregas. O banco aceitou. Três anos de trabalho, renegociação e acompanhamento depois, Nilson financia hoje um furgão de mais de 100 mil reais. “Nos outros bancos, eu nunca tinha score, não tinha como. Foi o microcrédito que me deu essa oportunidade.” Solice Moroni: a agricultora que não desistiuEm Farroupilha (RS), Solice e a irmã Clarice carregaram sozinhas uma produção orgânica certificada desde 2013, após perderem o pai e o irmão para doenças ligadas ao uso de agrotóxicos. Entre o fim de 2024 e ao longo de 2025, uma safra ruim e insumos escassos colocaram tudo em risco. Solice chegou ao microcrédito pela segunda vez com o CPF negativado. “Realmente eu tava desesperada.” O microcrédito foi o caminho que nenhum banco tradicional estava disposto a oferecer. O Banco da Família na Carta Capital, de novoEssa não é a primeira vez que o Banco da Família é destaque nessa editoria. E essa recorrência diz muito. A Carta Capital não é um veículo que repete fontes por acaso: ela volta a quem tem algo consistente a mostrar. Voltar a aparecer como referência nacional em microcrédito produtivo é o reflexo direto de um trabalho que transforma vidas de forma concreta, contínua e documentada. Enquanto o debate nacional ainda busca respostas para o endividamento estrutural das famílias brasileiras, o Banco da Família já está, na prática, construindo essa resposta
Quatro anos seguidos como Great Place to Work e isso não é coincidência

O Banco da Família acaba de conquistar, pelo quarto ano consecutivo, a certificação GPTW, com 82,4% de aprovação dos colaboradores. Não é coincidência: uma instituição que transforma vidas por meio do microcrédito sabe que esse compromisso precisa começar dentro de casa. O que é ser GPTW? O Great Place to Work é uma das certificações de cultura organizacional mais respeitadas do mundo, presente em mais de 170 países. Ela não é concedida pela empresa: quem avalia são os próprios colaboradores, respondendo a uma pesquisa sobre confiança, respeito, orgulho e pertencimento no ambiente de trabalho. Em 2026, o GPTW completa 30 anos de atuação no Brasil e o Banco da Família faz parte desse marco. Com o resultado deste ano, a instituição passa a concorrer aos rankings GPTW Brasil e GPTW Santa Catarina. O que está por trás do resultado Na voz de quem lidera “Nosso propósito é transformar vidas por meio do microcrédito. Esse compromisso começa dentro da própria organização, valorizando nossos colaboradores. Receber essa certificação pelo quarto ano consecutivo é motivo de orgulho para toda a equipe.” Isabel Baggio, presidente do Banco da Família Quatro certificações. Um time. Um propósito. O melhor lugar para trabalhar é também o lugar de onde saem as melhores soluções para quem mais precisa.
Rede de Mulheres conquista o Prêmio ADVB Empresa Cidadã 2026

No dia 10 de junho, em Chapecó, o Banco da Família recebeu o Prêmio ADVB Empresa Cidadã 2026 na categoria Social. O reconhecimento foi pela Rede de Mulheres, iniciativa que vem mudando a realidade de empreendedoras de baixa renda em Lages (SC). O projeto Muitas mulheres têm vontade de empreender, mas encontram barreiras no sistema financeiro tradicional. Implementada em 2025, a Rede de Mulheres existe para mudar isso. O projeto reúne empreendedoras em grupos formados pela confiança e pelo apoio mútuo, onde todas respondem coletivamente pelo crédito acessado, modelo conhecido como garantia solidária. Além do crédito, as participantes têm acesso a educação financeira, orientação empreendedora e encontros periódicos que fortalecem os vínculos entre elas e dentro das próprias comunidades. Os resultados Os números mostram que, quando o crédito chega com condições adequadas e suporte real, mulheres historicamente excluídas do sistema financeiro entregam resultados excepcionais. Parte de algo maior A Rede de Mulheres integra o conjunto de iniciativas sociais do Banco da Família, ao lado do Programa Despertar, que já acompanhou mais de 3 mil famílias, e das microfranquias sociais voltadas à geração de renda e à inclusão produtiva. O prêmio ADVB celebra esse trabalho, mas quem dá sentido a ele são as 74 mulheres que provaram que confiança, união e acesso ao crédito transformam vidas.
Conhecimento Gratuito que Transforma Vidas

As Palestras BF são uma iniciativa gratuita do Banco da Família que leva conhecimento prático sobre finanças, empreendedorismo e sustentabilidade para comunidades, escolas, empresas e instituições. Adaptadas para cada público, elas têm um objetivo claro: fortalecer pessoas e comunidades por meio da informação e do diálogo. Informação transforma. E quando ela chega de graça, de forma acessível e no lugar certo, o impacto é ainda maior. As Palestras BF são uma iniciativa do Banco da Família voltada para comunidades, escolas, empresas, associações e instituições públicas e privadas. Desenvolvidas por meio dos projetos sociais do Banco da Família e adaptadas conforme o perfil de cada público, elas tratam de temas que fazem diferença real na vida das pessoas. Educação Financeira Um dos temas mais procurados, essa palestra orienta sobre como organizar o orçamento familiar, definir prioridades, planejar sonhos e construir uma relação mais saudável com o dinheiro. O conteúdo é prático e direto, pensado para quem quer dar o primeiro passo rumo a uma vida financeira mais equilibrada. Empreender para Empoderar Para quem já tem um pequeno negócio ou pensa em começar, essa palestra apresenta o empreendedorismo como caminho para gerar renda e conquistar autonomia. Os temas incluem planejamento do negócio, formação de preço, controle financeiro e estratégias de vendas, ajudando o empreendedor a fortalecer sua atividade com mais segurança. BF Sustentabilidade Essa palestra amplia o olhar para o mundo ao redor. Aborda consumo responsável, reciclagem, saneamento básico e atitudes sustentáveis que impactam diretamente a qualidade de vida e o meio ambiente. Uma reflexão necessária sobre como as escolhas do dia a dia afetam o futuro de todos. Como solicitar uma palestra As palestras são gratuitas e realizadas em parceria com escolas, empresas, associações e instituições de toda a região. Para agendar, basta entrar em contato com a agência do Banco da Família mais próxima ou acessar bf.org.br. O propósito é um só: fortalecer pessoas, famílias e comunidades por meio da informação, do diálogo e da construção de oportunidades.
Meio do ano chegou, hora de analisar e revisar metas

Junho marca o ponto de virada do ano. É o momento ideal para olhar para os números, confrontar a realidade e, se necessário, ajustar o rumo antes que seja tarde. Neste conteúdo, você vai entender por que a revisão semestral é tão importante quanto o planejamento anual e como fazer isso de forma prática e eficiente. 1. Por que o meio do ano é um momento estratégico Muitas empresas criam metas em janeiro com energia e intenção. Mas sem uma pausa para avaliar o que está acontecendo na prática, essas metas viram apenas números em uma planilha esquecida. Junho é o ponto de equilíbrio: tempo suficiente para ter dados reais, e tempo suficiente para corrigir o que for necessário antes do fechamento do ano. 2. O que analisar: indicadores que não podem ser ignorados Antes de qualquer revisão, é preciso ter clareza sobre o que medir. Alguns pontos essenciais são a receita comparada à meta projetada para o semestre, o crescimento ou queda na base de clientes, as margens operacionais e o controle de custos, a performance da equipe e os principais gargalos, além da satisfação dos clientes e da taxa de retenção. 3. Como revisar metas sem perder o foco Revisar não significa desistir. Significa calibrar. Uma meta que estava fora da realidade do mercado precisa ser ajustada, e isso exige honestidade, não fraqueza. O segredo é manter o destino claro e ajustar apenas o caminho. Pergunte-se: o que mudou no cenário? O que subestimamos? O que superamos? 4. Sinais de que algo precisa mudar (e como agir) Alguns alertas merecem atenção imediata: resultados muito abaixo do projetado por dois meses seguidos, equipe desmotivada ou com alta rotatividade, clientes saindo mais rápido do que chegando e custos crescendo mais que a receita. Se algum desses sinais aparece, o momento de agir é agora, não em dezembro. 5. O próximo passo: transformar análise em ação Análise sem ação é apenas diagnóstico. Após o levantamento, defina prioridades claras para o segundo semestre: o que manter, o que cortar e o que acelerar. Empresas que revisam suas estratégias no meio do ano chegam ao final dele com muito mais resultado e muito menos surpresa.
A força do microcrédito nas mãos de quem trabalha

No Brasil, milhões de pessoas constroem seu sustento com as próprias mãos, na barraca da feira, no salão de casa, na pequena oficina do bairro. São trabalhadores informais e microempreendedores que movimentam a economia local todos os dias, mas que historicamente encontraram as portas do crédito fechadas. O Banco da Família chegou para mudar isso. Desde 1998, com crédito acessível de R$500 a R$150 mil, atende tanto quem tem CNPJ quanto quem ainda não formalizou o negócio, porque acreditar em quem trabalha não deveria depender de um registro. 1. O trabalhador informal e o microempreendedor: quem são essas pessoas? Eles são a maioria silenciosa da economia brasileira. A costureira que atende pelo WhatsApp, o pedreiro autônomo, a doceira que vende pelo boca a boca, o vendedor ambulante que conhece cada cliente pelo nome. São pessoas que trabalham, que produzem, que sonham, mas que raramente encontram no sistema financeiro tradicional um parceiro à altura. A informalidade não é preguiça nem descuido. Muitas vezes é o caminho possível para quem quer empreender sem burocracia, sem capital inicial, sem fiador. E é exatamente para essas pessoas que o microcrédito foi criado: uma ferramenta de inclusão financeira que reconhece o valor do trabalho antes mesmo de enxergar o documento. 2. Por que o microcrédito importa? Microcrédito não é apenas dinheiro. É a diferença entre manter um negócio de pé ou fechá-lo na primeira crise. É comprar a máquina que dobra a produção. É reformar o espaço para atender mais clientes. É o capital de giro que garante que a semana não acabe antes do mês. Para o trabalhador informal ou o pequeno empreendedor, o acesso ao crédito justo representa uma virada real. Sem ele, a única saída costuma ser o empréstimo caro, o agiota ou simplesmente ficar parado. Com ele, o negócio cresce, a renda aumenta e a família avança. 3. O Banco da Família e o compromisso com o formal e o informal O Banco da Família nasceu com um propósito claro: promover inclusão financeira para quem mais precisa. Por isso, atende tanto empreendedores formalizados quanto aqueles que ainda operam na informalidade, sem preconceito, sem burocracia desnecessária, sem portas fechadas. Com crédito a partir de R$500 e chegando até R$150 mil, o BF cobre uma faixa ampla de necessidades: do pequeno reforço de capital de giro até investimentos maiores em equipamentos, instalações e expansão do negócio. Quem tem CNPJ encontra condições pensadas para o seu perfil. Quem ainda não formalizou também tem espaço, porque o que conta, primeiro, é a vontade de crescer. 4. Mais do que crédito: impulsionadores de negócios e pessoas Ao longo de mais de 27 anos de história, o Banco da Família acumulou mais de 450 mil operações realizadas, mais de R$3 bilhões em créditos liberados e impactou 1,9 milhão de pessoas em mais de 300 municípios. Esses números têm nome, endereço e história. Mas o diferencial do BF não está só nos números. Está na forma de atender: humana, próxima, com acompanhamento contínuo. Enquanto outras instituições operam de forma impessoal e automatizada, o Banco da Família escuta antes de liberar. Entende o negócio, orienta o cliente e oferece condições que fazem sentido para a realidade de cada um. 5. Crédito para quem faz acontecer: esse é o Banco da Família Num país onde tantos trabalham duro e encontram tantas barreiras, o Banco da Família existe para ser a ponte entre o esforço e a oportunidade. Seja você MEI, autônomo, comerciante, prestador de serviço ou produtor rural, formal ou informal, aqui você encontra crédito justo, atendimento humano e um parceiro que acredita no seu potencial. Porque quem faz acontecer merece crédito. No sentido mais literal da palavra.
Antes do crédito, a gente escuta.

O Banco da Família acredita que cada solicitação de crédito carrega uma história. Por isso, o atendimento começa pela escuta ativa, um compromisso com quem, muitas vezes, nunca foi visto pelo sistema financeiro tradicional. A transformação social começa quando alguém para e ouve. 1. O que significa escutar antes de decidir Muitos se perguntam por que o nosso agente de crédito vai até a casa do cliente. A resposta é simples: porque acreditamos que crédito de verdade não se faz à distância. É na visita presencial que a escuta acontece de forma plena. Cada atendimento é individual, cada análise considera o todo: a história da pessoa, a finalidade do crédito e o impacto real que aquele recurso vai gerar na sua vida. Enquanto instituições financeiras tradicionais partem diretamente para a análise de crédito, o Banco da Família inverte essa lógica: o primeiro passo é ouvir. Escuta ativa não é apenas uma técnica, é um posicionamento ético que coloca o cliente no centro de cada operação. Antes de qualquer número, existe uma pessoa com uma trajetória. 2. Uma metodologia construída sobre histórias Cada solicitação de crédito é, na prática, uma narrativa. Nossa metodologia de atendimento foi desenhada para acolher essas histórias com cuidado e profundidade. Os agentes do Banco da Família são treinados para identificar não apenas a necessidade financeira imediata, mas o contexto de vida de quem está do outro lado e, a partir disso, ajudar a construir um caminho viável. 3. Agentes de transformação social Cada visita nos aproxima de uma realidade. E nessa proximidade, muitas vezes, percebemos que além do crédito, aquela pessoa precisa de muito mais: apoio para a casa, para a família, para a vida. É nesses momentos que o nosso papel social se revela com mais força. Uma residência coberta com caixas de leite no frio pode ser a porta de entrada para um lar mais aconchegante e seguro. Uma conversa sobre sonhos pode despertar o espírito empreendedor e abrir caminho para as microfranquias. Uma mulher buscando recomeçar pode encontrar força e pertencimento na Rede Mulheres. Ser um agente do Banco da Família é enxergar o que está além do crédito e agir. 4. O cliente sempre no centro A orientação que guia todas as nossas operações é simples: o cliente está sempre no centro. Isso significa que cada decisão, cada processo e cada interação deve partir de uma pergunta essencial: como isso impacta a vida de quem estamos servindo? Quando a escuta é genuína, o crédito deixa de ser uma transação e passa a ser uma ponte para novos começos. Cada atendimento importa.
Temos banco no nome, mas família no propósito

O Banco da Família carrega “banco” no nome, mas sua atuação vai muito além do crédito. Como uma OSCIP sem fins lucrativos, trabalhamos para promover inclusão, desenvolvimento e transformação social, levando dignidade para pessoas, classes e públicos que muitas vezes não são vistos pelo sistema financeiro tradicional. Com uma metodologia própria, atendimento próximo e análise individual, olhamos para o perfil, a realidade e a história de cada pessoa. • Somos uma OSCIP sem fins lucrativosAtuamos com microfinanças para gerar inclusão, impacto social e desenvolvimento regional. • Vamos além do créditoAlém das soluções financeiras, desenvolvemos iniciativas não financeiras, orientações e projetos sociais que fortalecem famílias, negócios e comunidades. • Levamos dignidade e oportunidadeNosso trabalho é olhar para quem muitas vezes não é visto pelo sistema financeiro tradicional, oferecendo acesso, escuta e caminhos possíveis. • Temos uma metodologia diferenteNosso atendimento é próximo, a análise é individual e leva em conta o perfil, a realidade e a história de cada pessoa. • Impacto que gera conexõesA força da nossa atuação tem aproximado parceiros nacionais e internacionais que reconhecem o Banco da Família como um modelo de transformação social com propósito. Temos banco no nome, mas não somos um banco tradicional. O Banco da Família é uma OSCIP, ou seja, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público. Isso significa que somos uma instituição sem fins lucrativos, que atua com microfinanças para promover inclusão, desenvolvimento e transformação social. Desde 1998, nosso trabalho tem um propósito claro: levar dignidade para pessoas, classes e públicos que muitas vezes não são vistos pelo sistema financeiro tradicional. Empreendedores formais e informais, famílias, trabalhadores e pequenos produtores encontram no Banco da Família uma oportunidade para acessar crédito, receber orientação e construir novos caminhos para melhorar sua qualidade de vida. Mas a nossa atuação vai além do crédito. Também desenvolvemos soluções não financeiras, ações de orientação e projetos sociais que fortalecem comunidades, ampliam oportunidades e contribuem diretamente para o desenvolvimento regional. São iniciativas que olham para a realidade das pessoas de forma mais completa, apoiando não apenas o acesso ao recurso, mas também a construção de uma vida com mais autonomia, segurança e esperança. Nossa metodologia também é diferente. O atendimento é próximo, humano e orientado. A análise é individual e leva em conta o perfil, a realidade e a história de cada pessoa. Mais do que olhar apenas para números, buscamos compreender necessidades, desafios e possibilidades, para oferecer soluções responsáveis e adequadas a cada realidade. É esse cuidado que torna o Banco da Família uma instituição diferente, capaz de gerar impacto real na vida das pessoas e nas regiões onde atua. Esse propósito também tem ampliado nossas conexões. Cada vez mais, parceiros nacionais e internacionais reconhecem no Banco da Família um modelo de atuação comprometido com inclusão, dignidade, impacto social e desenvolvimento local. Porque, para nós, crédito também é orientação. Desenvolvimento também é cuidado. E inclusão também é dar visibilidade e oportunidade para quem mais precisa.
Cuidado que Aquece

Com a chegada da época mais fria do ano, o Banco da Família reforça o projeto Cuidado na Temperatura Certa, uma iniciativa que utiliza caixinhas de leite para realizar o isolamento térmico de casas em situação de vulnerabilidade. A ação ajuda a proteger famílias do frio, reduz frestas e melhora a sensação térmica dos lares, além de também contribuir para mais conforto durante o verão. Com a chegada dos dias mais frios, muitas famílias em situação de vulnerabilidade enfrentam uma realidade difícil dentro de casa: frestas, vento e ambientes que não oferecem a proteção necessária contra as baixas temperaturas. Para ajudar a transformar essa realidade, o Banco da Família desenvolve o projeto Cuidado na Temperatura Certa, uma iniciativa social que utiliza caixinhas de leite higienizadas para realizar o isolamento térmico de residências vulneráveis. As caixinhas são preparadas e aplicadas nas casas para ajudar a reduzir a entrada de vento, preencher frestas e melhorar a sensação térmica dentro dos lares. O resultado é um ambiente mais protegido, confortável e acolhedor para as famílias atendidas. E o impacto vai além do inverno. O isolamento também contribui para tornar a casa mais agradável no verão, ajudando a reduzir o calor excessivo e promovendo mais bem-estar ao longo de todo o ano. Além de cuidar das pessoas, o projeto também fortalece a sustentabilidade, dando um novo destino a materiais que poderiam ser descartados. Assim, cada caixinha de leite se transforma em proteção, cuidado e impacto social. Recentemente, o Banco da Família vem ampliando essa ação para outras cidades e regionais da instituição, com o objetivo de levar o projeto a ainda mais famílias, além do entorno de Lages. Porque, para o Banco da Família, transformar vidas vai além do crédito. É também estar presente, ouvir as necessidades das comunidades e construir soluções simples, humanas e possíveis.
Sustentabilidade na prática: no Banco da Família, ela começa dentro de casa

No Banco da Família, sustentabilidade não é apenas discurso. É uma prática vivida no dia a dia, presente nas escolhas da instituição e também nas soluções que oferece. Além de contar com energia solar em sua própria infraestrutura, o Banco da Família disponibiliza o BF Solar, uma linha de crédito pensada para facilitar o acesso de clientes e colaboradores a um investimento que gera economia, valoriza o patrimônio e contribui para um futuro mais sustentável. • Sustentabilidade além do discurso• O exemplo começa dentro de casa• BF Solar como solução prática• Economia, autonomia e futuro sustentável• Condições facilitadas para contratar Falar sobre sustentabilidade é importante. Mas colocar esse compromisso em prática é o que realmente faz a diferença. No Banco da Família, a sustentabilidade é vivida de forma real, presente tanto na atuação da instituição quanto nas soluções oferecidas para clientes e colaboradores. Mais do que incentivar escolhas conscientes, o Banco da Família busca ser exemplo, adotando placas solares em sua própria infraestrutura e mostrando, na prática, que é possível investir em economia, eficiência e responsabilidade com o futuro. Esse mesmo propósito também está presente no BF Solar, uma solução criada para facilitar o acesso à energia solar em casas, empresas e negócios. A proposta é tornar esse investimento mais possível, com condições que ajudam a transformar planejamento em realização. Com o BF Solar, é possível contar com até 84 meses para pagar, além de 90 dias de carência para começar o pagamento. A contratação também é facilitada, sendo necessária apenas a apresentação de avalistas, sem exigência de garantias. Mais do que reduzir custos no dia a dia, investir em energia solar é uma forma de valorizar o patrimônio, conquistar mais autonomia e contribuir para um futuro mais sustentável. No Banco da Família, sustentabilidade não fica só na fala. Ela faz parte da rotina, das escolhas e das oportunidades que ajudam a transformar vidas. Quer saber como levar essa solução para a sua casa ou empresa?Entre em contato e conheça o BF Solar.